Da carta do Papa Francisco ao editor do Corriere della Sera:
«A fragilidade humana, em efeito, tem o poder de fazer-nos mais lúcidos sobre o que dura e o que passa, sobre o que nos faz viver e o que mata. Quiçá por isso tendemos tantas vezes a negar os limites e a esquivar as pessoas frágeis e feridas:
têm o poder de questionar a direção que escolhemos, como indivíduos e como comunidade.»
Comenta também que
«[…] as palavras. Nunca são só palavras: são fatos que constroem ambientes humanos. Podem conetar ou dividir, servir a verdade ou servir-se dela. Devemos desarmar as palavras, para desarmar as mentes e desarmar a Terra. Há uma grande necessidade de reflexão, de calma, de sentido de complexidade.»
Amanhã retomamos o caminho da fragilidade. Que possamos entrar ali e, enquanto vemos refletida a nossa dor na dor de Jesus, toquemos com delicadeza a incoerência, a falta de amor, o medo e o sofrimento. Que o ato de nos ampararmos enquanto atravessamos tudo isso desarme as nossas palavras e faça ressurgir em nós o olhar de amor que naturalmente nos habita.
pela equipa do El hatillo.
Um profundo tríduo pascal 🙏



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